Pular para o conteúdo principal
Coluna Dom Antônio

Algo bom precisará ficar desta pandemia que estamos vivendo!

Por Redação Folhaonline.es

Com quase todo mundo usando máscaras, ficou difícil reconhecer quem conhecemos, para cumprimentar. Estou adotando algo, que parece interessante: na dúvida cumprimento a todos e sou correspondido.

Este hábito simples me fez lembrar as cidades do interior no século passado, quando se cumprimentava a todos. Nas cidades grandes, o lugar em que ainda persevera é o elevador, com a tendência de viver em edifícios.

Muitas amizades daí surgiram, até casamentos. O hábito de cumprimentar nos faz mais sociáveis e avalia a educação recebida. Mas qual vantagem teríamos em cumprimentar a todos, perguntariam os mais objetivos e práticos?

Este simples gesto, dá a ideia de que fomos bem educados, dando impressão de sermos mais felizes e facilitando a conversa. Assim conheceríamos pessoas que no meio desta crise, poderíamos ajudar e por que não, ser ajudados.

Esta será a grande necessidade pós pandemia, já que a única certeza é que estaremos piores do que antes. Muitos perderão os empregos e não será fácil conseguir outros, mesmo que se sujeitando a salários menores.

Outros sobreviverão com bicos em pequenos serviços eventuais, assim como muitos se manterão vendendo alguma coisa, inclusive aquelas que conquistaram na fase boa e agora precisarão se desfazer para sobreviver.

Para conseguirmos superar esta nova situação, precisaremos facilidade de comunicação, que muitos não terão praticado durante a pandemia. 

Como pelo isolamento social, muitos perderam o hábito da boa conversa, ficando mais na TV e note book, cumprimentar é bom começo e pretexto. 

Seria a certeza do fim da pandemia, ver gente nas ruas, praticando o tão desejado convívio social, contraponto do isolamento social. Comece a praticar!

Bom dia, boa tarde, boa noite, com alegria! Vida que segue!

(*) O autor é Administrador de Empresas, viveu em Porto Alegre, São Paulo e Curitiba, esteve em todos os estados brasileiros, a exceção de Acre, Roraima e Amapá, ministrou cursos em todos os países da América Latina, menos nas três Guianas e escreveu o Guia de Férias e Feriadões.

Publicidade

Matérias relacionadas