
Sem especialista no Espírito Santo, dona Valdeci Alves da Luz Souza, 62 anos, foi encaminhada a um profissional oncologista cirurgião especialista em retirada de tumor de órbita, no estado de São Paulo, após a descoberta da doença.
No último 24 de fevereiro, a idosa fez a primeira cirurgia, e coletou material pra fazer biópsia do tumor, e biópsia do osso orbital também. “Retirou só parte do tumor, sem possibilidade de tirar tudo. Precisa sair antes o resultado das biópsias”, contou a filha, Cristina da Luz Belém.
Cristina relatou que a médica responsável pelo caso passou as possibilidades de situações para quando o resultado dos exames ficar pronto.
“Se for maligno, então tem as possibilidades: uma nova cirurgia para retirada do tumor; iniciar a radioterapia ou quimioterapia para diminuir o tumor e assim fazer a cirurgia para retirar; conforme o resultado, a radioterapia ou quimioterapia serem utilizadas para dissecar, acabar com o tumor, e então repetir tomografia para ver se ainda existe tumoração. Mas tudo isso vai depender do resultado da biópsia. Se for benigno, há a possibilidade de cirurgia e retirar o tumor. Mas também é possível radioterapia ou quimioterapia para dissecar e eliminar. Repetindo tomografia para ver se ainda há tumoração. No entanto, ela nos deixou cientes sobre a forma e características do tumor, o que pode indicar o inevitável”.
Ajuda
Com a necessidade de consultas semanais em São Paulo desde o diagnóstico, a família de dona Valdeci foi em busca de ajuda do governo do estado para os custos das viagens e das despesas, já que o Espírito Santo não oferece o tipo de especialista que a doença da idosa necessita.
“Entramos com o pedido de custeio das viagens de Guarapari para São Paulo e da estadia e alimentação durante as consultas, mas ainda não conseguimos com o governo do estado. O primeiro pedido voltou. Agora ela fez novos exames e buscamos novos documentos, vou levar que o TFD – Tratamento Fora de Domicílio pediu. Não está faltando mais nada, está tudo completo, Deus permita que agora dê certo”.
Mas no momento, ainda sem previsão para a resolução dos custeios das despesas pelo governo do estado, a família pede ajuda para a continuidade do tratamento de dona Valdeci, que não pode parar.
“Estamos sem recursos para a viagem da consulta de revisão após a biópsia. Em primeiro lugar pedimos orações para minha mãe, e em segundo ajuda financeira. Fizemos uma vaquinha solidária para arrecadar recursos. Quem puder nos ajudar, ficaremos muito gratos”.
Vaquinha
https://www.vakinha.com.br/vaquinha/tratamento-de-um-tumor-de-orbita-ocular
Mais informações: (27) 9 9872-6541 (Cristina).