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Novembro Roxo: conheça a história de Rayane e Lia no Hifa Guarapari

Após um ano de uma perda, mãe deu à luz a filha prematura

Por Redação Folhaonline.es
Foto: divulgação

Em meio ao Novembro Roxo, mês dedicado à conscientização sobre a prematuridade, a história de Rayane dos Santos Dias e sua filha Lia, nascida no Hospital Materno Infantil Francisco de Assis (Hifa), em Guarapari, é marcada por emoção e superação.

No dia 8 de novembro, Lia chegou ao mundo com apenas 30 semanas e cinco dias de gestação, pesando 1,530 kg e medindo 40,5 cm. Para Rayane, o nascimento da filha trouxe significados, transformando um mês antes associado à dor em um momento de renovação.

“Em novembro do ano passado, eu estava aqui no Hifa tendo um aborto com 15 semanas e foi muito difícil para mim. Era uma criança muito esperada, planejada, e justamente no mesmo mês que eu perdi o irmãozinho dela, ela vem para poder alegrar a família”, disse a mãe.

Rayane relata que a espera por Lia foi tranquila, sem complicações até o momento em que sua bolsa estourou. “As contrações começaram e fui direto para o Hifa. Cheguei lá já para dar à luz. A gente está sendo muito bem cuidada aqui, uma equipe médica maravilhosa”, contou.

O nascimento prematuro de Lia trouxe preocupações comuns, mas Rayane afirma que o suporte oferecido no Hifa tem sido essencial para superar os desafios. “A Lia já está ganhando peso e recebendo todo o suporte necessário. Sou muito grata à equipe médica e aos profissionais.”

Histórias como a de Rayane e Lia são exemplos do impacto positivo de um atendimento humanizado. Para famílias que passam por momentos como esses, o cuidado vai além do físico, alcançando o emocional e dando novo significado a experiências difíceis.

Campanha Novembro Roxo

Acampanha do Novembro Roxo, mês dedicado à conscientização sobre a prematuridade, traz neste ano o tema ‘Cuidados maternos e neonatais de qualidade em todos os lugares’, em alusão ao Dia Mundial da Prematuridade, celebrado neste domingo (17). No Brasil, 1 a cada 10 nascimentos acontece antes das 37 semanas de gestação, colocando o país entre os 10 com maior número de partos prematuros no mundo.

A prevenção do parto prematuro é essencial para a redução da mortalidade infantil e depende, principalmente, de um pré-natal de qualidade ofertado pela Atenção Primária à Saúde (APS), com acompanhamento contínuo pela Estratégia Saúde da Família (ESF) e encaminhamento à atenção especializada se detectada uma gestação de risco.

*Com informações do Hospital Materno Infantil Francisco de Assis (Hifa).

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