Pular para o conteúdo principal
Arquivo

Tradicional Feirinha Hippie vai virar uma feira itinerante em Guarapari

Por Glenda Machado

Depois de perder espaço na Praça Trajano Lino Gonçalves para a reurbanização do local e se mudar para o estacionamento do Radium Hotel, a tradicional Feirinha Hippie do Centro, com 35 anos de tradição, novamente está de mudanças. O FolhaOnline.es já havia adiantado a notícia, com artigo publicado pelo nosso colunista, Antônio Ribeiro, no dia 8 de abril.

Feira Hippie pode voltar a Praça Trajano Lima e vai circular em outras praças da cidade.

É que agora a feira pode se tornar itinerante. Deixando o local fixo, em frente à Praia da Areia Preta, local com pouco movimento durante a baixa temporada de acordo com os próprios feirantes que expõem seus artesanatos no local.

Na época, a solicitação para mudar de lugar foi realizada pelos próprios expositores, que após sofrerem com a má qualidade do asfalto colocado pela prefeitura, também tiveram de lidar com os impactos das fortes chuvas, comuns nos meses de dezembro e Janeiro.

De acordo com o secretario de Turismo, Empreendedorismo e Cultura, Edgar Behle, a rotatividade da Feira Hippie vai fazer com que os expositores aumentem suas vendas, além de ampliar o espaço de convivência na cidade.

“Em todas as cidades as feiras acontecem dessa forma. Isso é uma oportunidade de lazer para o munícipe que vai ter diversas opções e locais diferentes para ir a cada fim de semana”, disse o secretário durante entrevista.

Ainda segundo Behle, a feira itinerante vai passar pelas praças Trajano Lino Gonçalves no Centro, Praça dos Golfinhos em Muquiçaba e a Praça em frente ao antigo Shopping Paris na Praia do Morro.

Segundo os expositores e a própria presidente, ainda há esperança em voltar para a praça onde nasceu a tradicional feira. “Foi lá que tudo começou e onde nos tornamos referência. Hoje os turistas chegam à cidade e não conseguem nos encontrar”, lamenta Marilena.

Para se readequar ao espaço, a feira teve seu número de expositores reduzido, passando de 128 para 94. Atualmente são apenas 77 módulos, sendo sete destinados a alimentação.

Publicidade

Matérias relacionadas

O que é dor crônica? +SOU

O que é dor crônica?

Confira o artigo do médico ortopedista Dr. Eduardo Elias Vieira para a edição 61 da revist...

+SOU