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Chamoun promove mudanças na Assembleia

Por Livia Rangel

A auditória nos contratos da Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales), pedida pelo presidente da Casa, Rodrigo Chamoun (PSB), já está gerando mudanças. Nesta semana, o deputado anunciou que o contrato de segurança da Ales irá acabar em quatro meses e uma nova licitação será feita.

Hoje, a segurança é uma das maiores despesas da Casa e custa aos cofres públicos R$ 120 mil mensais. Rodrigo pretende reduzir o valor para R$ 40 mil. Atualmente, 93 funcionários -38 vigilantes e 12 policiais – fazem a vigilância da Ales. Após o encerramento do contrato, um treinamento será dado a até 80 servidores.

“Com essa estratégia de treinamento para aperfeiçoamento desse setor, temos a oportunidade de diminuir o valor do serviço. Será uma economia de 60%. Assim que o contrato chegar ao fim, vamos fazer uma nova licitação com um número menor de vigilantes”, explico o deputado.

Como funciona:

São 38 vigilantes fazendo a segurança externa. Três são responsáveis por acompanhar o sistema de monitoramente. As câmeras são analógicas e ficam espalhadas no ambiente interno do prédio. Na garagem, o controle de vagas e o monitoramento de entrada de veículos são feitos por servidores.

Como ficará:

O número de vigilantes será reduzido para 14 e o serviço, nos dias úteis, será feito por servidores. As câmeras serão trocadas por digitais e instaladas também na parte externa do Legislativo. Na garagem, o controle de vagas será eletrônico e uma catraca, acionada por crachá funcional, será colocada na entrada.

Com informações de A Tribuna.

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