
Embora não abra mão de estar sempre bem arrumada, é apaixonada pelas coisas
simples da vida: como curtir o campo. E confessa que não resiste a um prato de arroz, feijão, ovo e salada de alface e tomate. “Eu amo a vida no campo, gosto de bichos, e nada melhor que aquela comidinha trivial da mamãe. As coisas simples da vida me atraem”, afirma.
Proprietária do Studio C. S. Beleza e Estética, ela adora se cuidar e diz que trabalhar com beleza é outra paixão em sua vida. “O salão não foi algo planejado. Uma amiga estava vendendo, eu vi a oportunidade e achei que valia a pena arriscar. Já completamos um ano e estamos muito felizes com o resultado”.
E esperem novidades por aí. Cleidi deixa escapar que há planos para o salão ainda neste ano, mas preferiu fazer suspense e guardar segredo. “Eu sou muito exigente como cliente, então uso esse nível de exigência no meu Studio. Todo profissional que eu contrato precisa primeiro fazer o teste em mim. Só ofereço aos meus clientes o serviço que eu aprovo”.
Ela ainda destaca que a parte que mais gosta do trabalho é poder ajudar a elevar a autoestima das mulheres. “Ver a cliente saindo feliz e de bem consigo mesma é o melhor reconhecimento do nosso trabalho”. Além do salão, ela ainda tem uma empresa de prestação de serviços voltado para computadores com o marido Thiago Rodrigues. Casados há cinco anos, é uma parceria de sucesso no amor e nos negócios.
Em casa, uma das áreas que mais gosta é a cozinha e o prato mais famoso entre os amigos é a feijoada. Já os planos de aumentar a família fazem parte de um futuro um pouco distante. “O mundo está muito difícil, acho que muitos valores se perderam. Colocar filho no mundo é fácil, mas educar, formar um caráter, fazer um cidadão é muito difícil diante de tanta violência e libertinagem. Confesso que tenho medo”.

“Acho a nossa história muito fascinante, porque lutamos para ter o direito ao voto, para ocupar cargos de alto escalão, para ter igualdade salarial. Com jornadas triplas, provamos que não somos o sexo frágil, mas protagonistas de uma história de superação. Só não podemos deturpar essa igualdade pela qual tanto lutamos e até queimamos sutiãs, como infelizmente vivenciamos hoje. Para sermos valorizadas, precisamos nos valorizar primeiro”, ressalta Cleidi.
Reportagem: Lívia Rangel