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Envolvidos na morte de criança de sete anos são apresentados pela DCCV de Guarapari

Por Redacão Folha Vitória

A Delegacia de Crimes Contra a Vida (DCCV) de Guarapari apresentou na manhã desta quarta-feira (19) quatro homens envolvidos no tiroteio que culminou com a morte de uma criança de sete anos no dia 14 de fevereiro no bairro Adalberto Simão Nader.

David Willian dos Santos Galo, 20 anos, Jeferson Vinício silva Santos, 22, Carlos Henrique Ferreira da Silva, 20, e Tcharllis Michael Santos Lopes, 20, já estão presos e vão responder pelo crime de homicídio qualificado. A pena para este crime varia de 12 a 30 anos de reclusão.

Dos quatro acusados do crime, apenas Tcharllis, o Charlinho, nega que tenha participado do episódio. Os outros detidos confessaram que participaram do tiroteio. Durante a coletiva, os quatro presos pela morte da criança passaram a se acusarem mutuamente, jogando a responsabilidade do crime par o outro.

De acordo com a DCCV, David (e), Jeferson, Carlos Henrique e Tcharllis participaram do tiroteio que matou a criança em fevereiro. Foto: João Thomazelli/folhaonline.es

O titular da DCCV, delegado Tarik Souki, explicou que pela natureza do ferimento, não foi possível determinar de que arma saiu o tiro que matou a criança. “Como o tiro entrou nas costas do Adriano e saiu pela frente, não foi possível saber da arma de quem foi o disparo que o matou, mas os quatro, ao decidirem se confrontarem no meio da rua, assumiram o risco de matar, portanto os quatro serão indiciados pelo crime de homicídio”, explicou o delegado.

Tarik ressaltou que Tcharllis, apesar de negar o envolvimento no caso, participou ativamente do tiroteio. “A DCCV tem plena convicção de que ele está envolvido. Além do depoimento dos outros presos, testemunhas o reconheceram como o motorista do Corsa Prata que transportava Riquinho (Carlos Henrique).

Os quatro foram presos depois de serem intimados e se apresentarem para prestarem esclarecimentos sobre o caso. Charlinho, Jefferson e David estão detidos no Centro de Detenção Provisória de Guarapari. Já Riquinho está no presídio de Xuri, em Vila Velha.

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