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Estacionamento Rotativo divide a opinião de usuários e comerciantes

Por Hamilton Garcia

Foi divulgada na última segunda-feira (2), em reunião pública realizada na Câmara Municipal de Vereadores de Guarapari, a ampliação do estacionamento rotativo para Muquiçaba e Parque Areia Preta, totalizando um acréscimo de 36 ruas atendidas no Município. Atualmente, o estacionamento pago está funcionando no Centro. Fomos às ruas para saber a opinião dos usuários e comerciantes que já utilizam o sistema na Cidade.

Deyse Bianchi Figueiredo não gostou da implantação. Foto: Marcos Siqueira

A vendedora Deyse Bianchi Figueiredo, de 34 anos, não gostou da implantação do rotativo. “Não concordo devido a quantidade de impostos que já pagamos e o valor do salário”. Ela contou que não utiliza com frequência, pois mora em Santa Mônica e trabalha na Praia do Morro. Sobre a expansão para mais bairros da cidade ela também não concorda e disse que não ficou sabendo da audiência pública da última segunda-feira.

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Maria Solange Araújo acredita que o rotativo diminuiu o número de de clientes. Foto: Marcos Siqueira.

Maria Solange Araújo, comerciante, acredita que o rotativo está espantando os turistas. “Os clientes estão reclamando porque agora tem mais um gasto”. Ela Mora em Vitória e não ficou sabendo da reunião realizada na Câmara.

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Guilherme Berlim gostou do rotativo no Centro, mas é contra a expansão.

Já para o assistente social Guilherme Berlim, que está morando há pouco tempo em Guarapari, o rotativo está funcionado bem no centro e ele achou válida a implantação. “O preço é bom e o atendimento também. Poderia ter uma tarifa para o dia todo”. Entretanto, Guilherme avaliou que a expansão não é necessária, pois sempre estaciona em Muquiçaba e Parque Areia Preta com facilidade. No Centro o rotativo é justificado pelo grande fluxo de veículos.

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Fernanda Moreira Costa aprovou a ideia como cidadã, mas perdeu clientes. Foto: Marcos Siqueira.

Fernanda Moreira Costa, comerciante, contou que o movimento diminuiu e disse que os clientes reclamam e estão indo ao centro com menos frequência para não pagar o rotativo, mas ponderou: “Como cidadã acho a ideia boa porque libera mais vagas, mas como comerciante acredito que afastou as pessoas”. Fernanda tem loja no Centro há três anos. Ficou sabendo da reunião, mas não pode ir por causa do filho pequeno.

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O escritor Roberto Vasco Gonçalves teve dificuldade para encontrar vaga para idoso. Foto: Marcos Siqueira

Roberto Vasco Gonçalves é escritor e tem 66 anos de idade. Ele contou que teve dificuldade para encontrar vaga reservada para idoso na rua Augusto de Matos, mas avaliou que o trânsito ficou mais organizado.

 

 

Por Marcos Siqueira

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