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Praia é só diversão? Bombeiros orientam sobre os riscos na areia e no mar

Por Livia Rangel

guarda-vida-1No verão, muitas famílias passam horas na praia como forma de diversão e também para fugir do calor. Além dos cuidados com protetor solar e prevenção a afogamentos, há outros tipos de transtornos que se pode evitar, alerta o Corpo de Bombeiros do Espírito Santo.

Um incidente muito comum nas areias, segundo a corporação, são as crianças que se perdem de suas famílias nas praias. “Para que isso não ocorra, os pais devem sempre estar atentos, pedir que os pequenos não se afastem deles e optar sempre por locais próximos aos guarda vidas, que nesses casos acabam servindo de ponto de referência”, ressalta em nota.

Outra dica é orientar a própria criança para os pontos de referência pela praia, como os próprios postos de guarda vidas, quiosques, entre outros. Além das orientações de se manterem perto dos pais e também de procurarem os guarda vidas caso se percam.

No mar. Também é preciso redobrar os cuidados para evitar afogamentos. O Corpo de Bombeiros elege as Praias do Morro, das Virtudes, das Castanheiras e Enseada Azul como os locais que exigem mais atenção dos banhistas. “A calmaria dessas praias incentiva as pessoas a se aventurarem a nadar. Mas aqueles que não possuem bom condicionamento físico costumam passar mal, e acabam se afogando”.

A Praia da Areia Preta também oferece riscos, pela profundidade. “Depois de aproximadamente três metros da areia, em alguns pontos, quem não sabe nadar não encontra o chão e acaba se afogando”, alerta.

Vale lembrar que, este ano, Guarapari está com um número menor de guarda-vidas comparado à alta temporada de 2016. São atualmente 73 profissionais – sendo 27 efetivos – distribuídos em oito praias, trabalhando por escala. Ano passado, havia 104 guarda-vidas distribuídos em 10 praias.

CONFIRA OUTRAS DICAS DOS BOMBEIROS PARA UM VERÃO MAIS SEGURO:

– Evitar nadar sozinho;

– Não tomar bebida alcoólica antes de entrar na água;

– Não imergir em água após lanches e refeições;

– Não se afastar da margem;

– Não tentar salvar pessoas em afogamento sem estar devidamente habilitado;

– Não deixar crianças sozinhas sem a presença de um adulto responsável;

– Identifique nas proximidades a existência do salva-vidas e permaneça próximo a ele;

– Olhar a sinalização do local, pois a mesma indicará se ele é próprio para banho ou não;

– Em caso de problemas, ligar imediatamente para o Corpo de Bombeiros (193).

 

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