
Vendendo para feiras e mercados, o produtor Hilton Fassarela, 62, revela que a intenção agora é qualificar a produção para comercializar no Ceasa. “Queremos investir em uma câmera de resfriamento e outra de climatização, para vender o ano todo. E ainda melhorar o manejo para aumentar a qualidade dos frutos”, comenta o patriarca, que também pretende receber visitantes na lavoura, onde poderão comprar o caqui direto do pé.
Este é o período de safra do caqui, vendido por uma média de R$ 2 o quilo na propriedade. “Pretendemos ter essas câmeras para vendermos em outros meses e conseguimos um preço melhor”, completa o produtor.
A cultura da família Fassarela responde por mais de 60% de toda produção no município. Segundo o chefe local do Incaper, Alciro Lamão Nazarino, Alfredo Chaves produz cerca de 150 toneladas de caqui por ano. “Além de Córrego Fortuna, temos outros cultivos em Vila Nova de Maravilha e São Bento de Batatal”, disse.
Segundo o secretário Municipal de Agricultura, Antônio Carlos Petri, o caqui é uma fruta muito procurada e a família Fassarela está no caminho certo. “A família está diversificando, além de verduras e inhame, estão produzindo caqui, um negócio que tem tudo para dar certo”.

