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Coluna Dom Antônio: Minha cirurgia cardíaca, uma experiência de vida!

Por Pedro Henrique Oliveira
Foto: divulgação

Vinha tendo umas crises de estufamento abdominal, uma a cada duas, três semanas. Depois uma por semana, até chegar a duas por dia, o que me preocupava por não saber o porquê.

O problema maior era a falta de ar que me causava, o que elevava minha pressão, que subia rápido a números em torno de 20 x 10. Aprendi a controlar, fazendo respiração de yoga.

Estive num clínico geral, num gastroenterologista, num cardiologista e num pneumologista. Todos pediram exames e concluíram que eu não tinha nada para me preocupar.

Aqui mora o perigo e fica o alerta: procurem a origem do problema, para não passarem pela surpresa que passei. Três pontes de safena e uma mamária, afora o grande susto.

Nas duas baixas hospitalares, tive pneumonia que potencializou o outro problema, devido à baixa imunidade. Por isso devemos estar atentos a gripes e resfriados.

Como medida de precaução, evitar ar condicionado, ventiladores fortes, pés na pedra fria e golpes de ar. Prevenir é o melhor caminho. Com pneumonia não se brinca!

As crises eram o aviso de que algo não estava bem. No jeitinho brasileiro, fui levando e quase sou pego de surpresa. Não precisaria ter passado o risco que passei.

Minha sorte foi ter Unimed e no dia certo, ter buscado o Hospital do CIAS, onde o tratamento é modelo e o atendimento, exemplar e humanizado, do início ao fim.

A estrutura do Hospital Unimed de Vitória é de primeiro mundo. Tudo é avaliado e considerado. O diagnóstico no dia e o tratamento se inicia imediatamente.

A equipe da Unidade Coronariana é de alta competência e a solução imediata. Da recepção à alta, o atendimento chega perto da perfeição, uma tranquilidade.

Costumamos achar que estamos bem de saúde e que não irá acontecer conosco. Por estranho hábito, deixamos para depois e não raro somos pegos de surpresa.

Afora procurar o médico certo, a atividade física não deve ser negligenciada. No meu caso, a pandemia e uma hérnia inguinal a interromperam e causaram o problema.

De resto, ficar atento aos sinais e não negligenciar na busca do tratamento certo. Alguns dias de atraso, podem ser fatais. Fiz certo e estou vivo!

Exercícios respiratórios são tão importantes quanto os demais!

Antônio Ribeiro é administrador pelo Mackenzie, especialista em Marketing pela PUC e MBA pela FGV, mestrado em Portugal e doutorado na Espanha. Autor de 47 livros e 240 colunas sobre Guarapari.

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