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Coluna Palavra de Fé: Adorando no deserto

“Então, ela invocou o nome do Senhor, que lhe falava: Tu és Deus que vê.” Gênesis 16.13

Por Redação Folhaonline.es

Quando se trata dos desertos da vida não estamos diante do “se”, mas do “quando”. Cedo ou tarde nos veremos dentro de um. Homens e mulheres de Deus na Bíblia enfrentaram tal circunstância. O próprio Senhor Jesus teve sua experiência no deserto (Lc 4.1-13). Já que se trata de algo inevitável, quero te convidar a não o desprezar e continuar adorando ao Senhor.

Os desertos são pedagógicos. A vida é uma professora às avessas. Na escola dos diplomas, primeiro nos são ensinadas as lições e depois a prova é marcada. Na escola da vida, primeiro vem a prova (sem data marcada) e depois aprendemos as lições. Nesse cenário, o deserto nos serve como um ambiente de formação de caráter e maturidade. Os desertos são transitórios. Para nós, servos de Deus, o deserto não é destino.

Agar, mãe de Ismael, enfrentou alguns desertos. No primeiro ela recebe a ordem de voltar (Gn 16.9). No segundo ela recebe a ordem de seguir (Gn. 21.18). Visite os textos sagrados e note que em nenhum dos dois ela ficou. O primeiro foi de aprendizado, o segundo foi de transição. Você pode perguntar: o deserto que estou passando é pedagógico para voltar e acertar as pontas ou é de impulso para seguir? Em ambos, o convite do Céu é que você não continue na sequidão. Com Jesus, você pode adorar durante o deserto.

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