
Qual conteúdo da adoração? A resposta mais apropriada: a Palavra de Deus. Uma vez preenchidos com as verdades sagradas, temos fundamentos sólidos para adorar a Deus. Quando cheios dos valores do Reino, temos o que dizer para o Senhor, e como diante dele nos prostrar. Cabe ao adorador conhecer e prosseguir em conhecer o Senhor (Os 6.3). O salmista conhece o valor das Escrituras, por meio delas há entendimento (Sl119.104) e condições de guardar os retos juízos (Sl119.106).
A Bíblia Sagrada é nossa única regra de fé e prática. Essa assertiva histórica permanece com sua validade inalterada. As Escrituras Sagradas são inspiradas por Deus. Imutável é a lição de Paulo, apóstolo, à Timóteo, seu filho na fé, quando diz que toda Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça (2 Tm 3.16).
Nesse sentido, todo cristão está vinculado a essa Palavra, em plena convicção. Cremos pela fé e recebemos a fé por ouvir a Palavra de Deus (Rm10.17). Não é possível, portanto, ao cristão levar em consideração, tampouco praticar, qualquer ensino contrário à Bíblia, que é a Palavra de Deus. Sem esse compromisso, não há adoração genuína. Com ele, estarão nossos pés guiados por lâmpada sagrada e nosso caminho iluminado de forma santa.